
Como é que não sabeis interpretar o tempo presente?
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‘Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!’
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25 de outubro, Sábado, Memória de Santo Antônio de Sant’Ana Galvão
- Escolha um lugar apropriado para a oração e uma posição corporal que mais lhe ajude. Desligue o celular e cuide para não ser interrompido(a).
- A ambientação ajuda a rezar: disponha no espaço uma vela e a Bíblia.
- Pacifique-se através do silêncio interior e exterior. Para isso, ajuda respirar profundamente várias vezes, de maneira pausada. Talvez uma música ambiente bem baixinha ajude a criar um clima de oração. Faça o sinal da Cruz.
- Tome consciência de que você está acolhendo a presença de Deus como amigo; invoque sempre o Espírito Santo para que ele te conduza nos passos da Palavra.
- Permita que o evangelho de hoje ilumine o seu dia e te ajude a viver o que a Palavra te propõe.
Leia do Evangelho de Lucas 13,1-9
Leitura: O que o texto diz?
Hoje o Evangelho nos relata que as pessoas que caminhavam com Jesus rumo a Jerusalém, comentavam com ele sobre os acontecimentos do dia. Falavam sobre a morte de alguns galileus, por Pilatos, sobre o acidente com a queda da torre de Siloé que soterrara 18 pessoas. Jesus dizia: autoridades que mandam matar, obras que são malfeitas e desabam causando tragédias, esses acidentes não são castigo de Deus.
Meditação: O que o texto me diz?
– Jesus nos traz um ensinamento grandioso: nos convoca à conversão e nos mostra um Deus amoroso e paciente que sempre nos dá uma chance de mudarmos de vida. Mas também, é um Deus firme conosco e quer nossa resposta de amor mediante a prática de nossas boas ações. Assim como os fenômenos da natureza correm seu curso, suas leis, também nós devemos examinar nossas ações e relações com Deus e com o próximo. As oportunidades são dadas. Precisamos saber aproveitá-las.
Oração – O que o texto me leva a dizer a Deus?
Converse com o Senhor sobre o que este evangelho provoca em você.
Contemplação: O que o texto faz em mim?
Será que estamos atentos às chances que Deus nos dá para usá-las em prol da nossa conversão, ou ficamos sempre a reclamar? Sempre há chances para a conversão. Estamos fazendo a nossa parte, ou somos figueiras estéreis?
Ação: O que o texto me leva a fazer?
-“Se não vos arrependerdes, porém, perecereis todos do mesmo modo”. Jesus conta a parábola da figueira chamando a atenção para a importância do cuidado. Sempre há tempo para nos cuidar, nos purificar de nossos erros, de olhar para o outro e pedir perdão. Se cuidar-se bem, tem oportunidade de dar bons frutos. E Deus dá sempre esse tempo para que todos possam se salvar. O santo de hoje, Frei Galvão, costumava dizer a seguinte frase:
“A caridade é mansa e benigna, quem tem essa virtude não se afasta facilmente, não julga mal, nem se perturba por qualquer causa, e é muito capaz de sossegar e compor os ânimos e gênios mais descontrolados”



