
O publicano voltou para casa justificado; o outro não.
29 de março de 2025
“…ele abraçou a fé, juntamente com toda a sua família”.
31 de março de 2025
30 de março, 4º Domingo da Quaresma.
- Escolha um lugar apropriado para a oração e uma posição corporal que mais lhe ajude. Desligue o celular e cuide para não ser interrompido(a).
- A ambientação ajuda a rezar: disponha no espaço uma vela e a Bíblia.
- Pacifique-se através do silêncio interior e exterior. Para isso, ajuda respirar profundamente várias vezes, de maneira pausada. Talvez uma música ambiente bem baixinha ajude a criar um clima de oração. Faça o sinal da Cruz.
- Tome consciência de que você está acolhendo a presença de Deus como amigo; invoque sempre o Espírito Santo para que ele te conduza nos passos da Palavra.
- Permita que o evangelho de hoje ilumine o seu dia e provoque em você uma busca sincera e constante de Deus.
Leia o evangelho de Lucas 15,1-3.11-32
Leitura: o que o texto diz?
A Parábola do Pai Misericordioso está no contexto das críticas que Jesus recebia dos fariseus e doutores da Lei por se aproximar, acolher e fazer refeição com cobradores de impostos e demais pecadores. Porém, nisto consistia a missão de Jesus: acolher os que estavam à margem, os que não eram acolhidos. Se Jesus não fizesse isso com os marginalizados e pecadores, ele estaria apenas reproduzindo a prática excludente dos doutores da lei e fariseus, e não teria trazido nada de novo. Foi diante dessas críticas que ele contou essa belíssima parábola, a qual traz personagens que revelam um pouco de nós.
Meditação: o que o texto me diz?
Todos nós trazemos algo de cada um dos personagens dessa parábola, mas deveríamos cuidar para que sobressaísse mais o lado do Pai misericordioso, pois Deus age assim conosco e nós deveríamos agir assim com nossos irmãos. Temos um pouco desse pai, mas temos também um pouco do filho mais novo e do filho mais velho. Temos algo do filho mais novo quando nos comportamos com Deus como alguns filhos adolescentes se comportam com seus pais. Se ele não atender aos nossos caprichos, brigamos com ele e queremos ir embora de casa, ou seja, nos afastamos da Igreja ou da religião. O ponto alto dessa parábola é a volta desse filho, arrependido. Ele representa todo pecador arrependido que procura Deus e pede perdão pelos pecados. Não há maior alegria do que ser perdoado. O filho mais velho relaciona com o Pai, como este fosse um patrão, que irá nos compensar pelos nossos “bons comportamentos”.
Oração: o que o texto me faz dizer?
Peça ao Senhor que lhe dê a graça de perdoar, acolhendo e tendo Compaixão, como Pai Misericordioso, que nos ensina a não guardar rancor, tendo um espírito vingativo, como o filho mais velho da parábola, que não entendeu o Pai Misericordioso, que ele tinha como patrão.
Contemplação: o que o texto faz em mim?
Você age como o Pai misericordioso, compassivo, acolhendo o filho que errou; o desrespeitou pedindo herança com o pai vivo? Às vezes, você age como filho mais novo e como filho mais velho? Onde você se coloca mais? O que você fará para se converter e agir segundo Pai misericordioso?
Ação: o que o texto me leva a fazer?
“Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e foi tomado de compaixão”. O Pai misericordioso nos dá o exemplo de compaixão e misericórdia, acolhendo e renovando radicalmente a aliança e a vida do seu filho arrependido. Assim, Ele faz conosco, nos acolhendo a todos e nos dando a Graça de uma vida nova.
Equipe do Lectionautas