
Eis o cordeiro de Deus…
18 de janeiro de 2026
19 de janeiro, 2ª feira, 2ª semana do Tempo Comum
- Escolha um lugar apropriado para a oração e uma posição corporal que mais lhe ajude. Desligue o celular e cuide para não ser interrompido(a).
- A ambientação ajuda a rezar: disponha no espaço uma vela e a Bíblia.
- Pacifique-se através do silêncio interior e exterior. Para isso, ajuda respirar profundamente várias vezes, de maneira pausada. Talvez uma música ambiente bem baixinha ajude a criar um clima de oração. Faça o sinal da Cruz.
- Tome consciência de que você está acolhendo a presença de Deus como amigo; invoque sempre o Espírito Santo para que ele te conduza nos passos da Palavra.
- Permita que o evangelho de hoje ilumine o seu dia e te ajude a viver o que a Palavra te propõe.
Leia do Evangelho de Marcos 2,19-22
Leitura: O que o texto diz?
A presença de Jesus é um convite a experimentar a bondade e a alegria de Deus. Não pode haver necessidade diante dele. É necessária uma transformação interior para acolhermos a boa nova. Senão perdemos a mensagem e a presença de Deus conosco.
Meditação: O que o texto me diz?
“Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha… Ninguém põe vinho novo em odres velhos… vinho novo em odres novos”. Sê corajoso! Transforma-te na novidade de Deus para ti e para os outros.
Oração – O que o texto me leva a dizer a Deus?
Acolha a novidade de Deus para o teu dia. Ele traz sentido para todas as tuas vivências. Mesmo no sofrimento, agradeça a presença de Deus que te sustenta e te mantém de pé. Busque conforto no Senhor!
Contemplação: O que o texto faz em mim?
Reflita: Consegues sentir a alegria da presença de Jesus em ti? Tens a coragem de transformar-te para acolheres a novidade do amor de Deus e deixar-te transbordar por ele?
Ação: O que o texto me leva a fazer?
Renova-te pela presença do Senhor em ti. É sempre bom lembrar o que diz o poema “Renova-te”, de Cecília Meireles:
Renova-te.
Renasce em ti mesmo.
Multiplica os teus olhos, para verem mais.
Multiplica os teus braços para semeares tudo.
Destrói os olhos que tiverem visto.
Cria outros, para as visões novas.
Destrói os braços que tiverem semeado,
Para se esquecerem de colher.
Sê sempre o mesmo.
Sempre outro.
Mas sempre alto.
Sempre longe.



