
‘Vamos para a outra margem!
31 de janeiro de 2026
01 de fevereiro, 4º Domingo do Tempo Comum
- Escolha um lugar apropriado para a oração e uma posição corporal que mais lhe ajude. Desligue o celular e cuide para não ser interrompido(a).
- A ambientação ajuda a rezar: disponha no espaço uma vela e a Bíblia.
- Pacifique-se através do silêncio interior e exterior. Para isso, ajuda respirar profundamente várias vezes, de maneira pausada. Talvez uma música ambiente bem baixinha ajude a criar um clima de oração. Faça o sinal da Cruz.
- Tome consciência de que você está acolhendo a presença de Deus como amigo; invoque sempre o Espírito Santo para que ele te conduza nos passos da Palavra.
- Permita que o evangelho de hoje ilumine o seu dia e te ajude a viver o que a Palavra te propõe.
Leia do Evangelho de Mateus 5,1-12
Leitura: O que o texto diz?
O Evangelho que nos foi confiado é um programa para alcançar a felicidade, a vida ditosa, prazerosa, bem-aventurada. Na boca de Jesus brilha sempre a palavra chave: “Felizes”. As Bem-aventuranças não são uma doutrina, mas um estilo de vida, um modo de proceder. Jesus não prega diretamente uma moral. Proclama a “irrupção” da graça, do amor, da misericórdia, da justiça de Deus na história.
Meditação: O que o texto me diz?
As bem-aventuranças são a exposição mais exigente e, ao mesmo tempo mais fascinante, da mensagem e da “intenção de Cristo”. Elas são a plenificação daquilo que é o mais humano em nós. Poderíamos dizer que as Bem-aventuranças são a quinta-essência do seguimento de Jesus. As bem-aventuranças nos esperam no pequeno, no cotidiano, no próximo mais próximo, e nos impulsionam a proclamar: a paz é possível, a alegria é uma realidade, a justiça não é um luxo, a mansidão está ao alcance da mão… Elas nos dizem que nascemos para a bondade, a beleza, a compaixão…
Oração – O que o texto me leva a dizer a Deus?
Coloque-se diante do Senhor, em posição de discípulo que ora em comunhão, e se ofereça ao discipulado do Reino, em confiança!
Contemplação: O que o texto faz em mim?
Ao proclamar bem-aventurados os pobres, os que choram, os perseguidos, os humildes… Jesus, certamente, jamais quis sacralizar a dor humana. Ele constata a situação do povo, de pobreza, humilhação, submissão; percebe o esforço que o povo faz para mudar a situação, e o proclama feliz nesta busca, porque esta busca mora no próprio coração de Deus. De que maneiras você vê como possível tornar-se discípulo/a de Jesus Cristo e de seu Reino, com mais confiança e esperança?
Ação: O que o texto me leva a fazer?
-“Alegrai-vos e exultai” é o convite que o Evangelho nos faz, como verdadeiro modo de viver dos discípulos e discípulas do Reino. Viver como discípulos e discípulas, que confiam no seu Senhor, é não adiar o amor.


